Treinamento de Força com Pouco Equipamento: Aumentando as Possibilidades para a Prática

Os benefícios da prática regular de treinamento de força (TF) vão além do aumento da força e massa muscular, incluindo o aumento da densidade mineral óssea (DMO), melhora no desempenho funcional e indicadores de qualidade de vida, assim como a redução da gordura visceral e melhora da sensibilidade à insulina (WILLEY; FIATARONE SINGH, 2003; WINETT; […]

Sou idoso e não faço só caminhada

Onde estarei daqui a 30-40 anos? Ou melhor, como estarei daqui a 30-40 anos? A resposta para essa pergunta é sempre complexa, afinal de contas prever o futuro é uma habilidade que ainda não desenvolvemos. Mas ao mesmo tempo essa é uma reflexão necessária tendo em vista o aumento exponencial da nossa expectativa de vida. […]

Treinamento Resistido: Tradicional versus de Potência para Idosos

Com o avanço da idade, adultos perdem em média 5 a 10% da massa muscular esquelética antes dos 50 anos e uns 40% adicionais até os 80 anos. Medidas funcionais, como a força/resistência e capacidade de locomoção, parecem seguir um curso de tempo similar (HUNTER; MCCARTHY; BAMMAN, 2004). Além disso, com a perda de fibras […]

HIIT e hipertensão arterial: onde e como utilizar?

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição multifatorial que se caracteriza por elevação crônica nos níveis pressóricos > 140 e/ou 90 mmHg (MALACHIAS et al., 2016a). É uma doença diretamente relacionada ao dano cardiovascular, sendo frequentemente associada a alterações metabólicas, funcionais e estruturais de órgãos alvos, aumentando o risco de doenças cardiovasculares (DCV). No […]

Treinamento Resistido, amigo do peito?

Apesar do Treinamento Resistido (TR) ser amplamente divulgado como uma prática exclusiva para obtenção do ganho de força e massa muscular, geralmente nos esquecemos de sua importância fora do ambiente das academias e salas de musculação. Além dos ganhos já mencionados de massa e força muscular o TR vem sendo aplicado para outras situações como […]

HIIT: conceitos e aplicações

O exercício físico tem sido considerado uma ferramenta não farmacológica para a prevenção e o tratamento de doenças não transmissíveis, como por exemplo, a obesidade, doenças cardiovasculares e diabetes tipos 2 (MAILLARD et al., 2016; MEYER et al., 2012). No entanto, apesar da comum aceitação dos inúmeros benefícios da prática regular de exercícios físicos, a participação ainda permanece baixa (WHO, 2010).

Treinamento aeróbio “VERSUS” (OU IGUAL?) Treinamento de força? Questionando a dicotomia

A atividade e o exercício físico oferecem proteção contra mortalidade por todas as causas (NOCON et al., 2008) aparentemente seguindo um modelo de dose-resposta (LEE; SKERRETT, 2001; LOPRINZI, 2015). Nesse sentido, melhoras nos níveis de condicionamento cardiorrespiratório (KODAMA et al., 2009; LEE et al., 2011) e força muscular (DANKEL; LOENNEKE; LOPRINZI, 2016) parecem oferecer proteção contra todas as causas de morte.

O PAPEL DA CARGA NA HIPERTROFIA MUSCULAR

Por muito tempo, atribui-se à carga ou intensidade de carga um papel de grande importância na prescrição de treinamento de força (TF). De acordo com as recomendações tradicionais, cargas relativamente altas (≥ 70% de 1RM) são um pré-requisito para potencializar os ganhos de massa muscular, principalmente em indivíduos treinados (AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE, 2009; GARBER et al., 2011). Sendo assim, intervalos de cargas foram estabelecidos e o aumento na intensidade de carga se trornou mandatório como progressão de treinos voltados à hipertrofia muscular. No entanto, poucas evidências sustentam o posicionamento a favor da exclusividade de cargas altas e os mecanismos envolvidos no processo ainda não são bem estabelecidos.

A DITADURA DO EXERCÍCIO CARDIOVASCULAR DE LONGA DURAÇÃO CHEGOU AO FIM

VO2 max é a capacidade máxima do corpo de um indivíduo em transportar e metabolizar oxigênio duranteo exercício físico é a variável fisiológica que mais reflete a capacidade aeróbica de um indivíduo. A sigla é derivada de “Volume de Oxigênio (O2) máximo”. É uma grandeza expressa em litros de oxigênio por minuto (l/m) de forma absoluta, e em mililitros de oxigênio por quilograma por minuto (ml/kg/min) de forma relativa ao peso do indivíduo.

HIIT e Doenças Cardiovasculares

Síndrome metabólica (SM), é o conjunto de fatores fortemente associados a doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2, são eles: obesidade abdominal, dislipidemia, hipertensão, resistência à insulina e estado pró inflamatório (Grundy et al., 2004).

Armadilha Aeróbica

Paradoxalmente, a obesidade tem aumentado ao mesmo tempo em que aumenta a adesão aos programas de atividade física. E o fato das pessoas não emagrecerem mesmo praticando exercícios, traz alguns questionamentos a respeito das direções dos programas atuais de emagrecimento e suas bases. Apesar da má adesão por longos períodos ser um problema, ela não parece ser o único fator de insucesso dos planejamentos que objetivam a redução de peso em obesos e sobrepesados (Finley et. al. 2006).

A musculação como fonte da juventude.

Novas descobertas vêm atraindo a atenção da comunidade científica com relação ao treinamento resistido. Recentes estudos têm comprovado a eficácia das atividades físicas no retardo ao envelhecimento humano, fato que levou alguns dos seus pesquisadores pioneiros a ganhar o prêmio Nobel de medicina no ano de 2009